Casos de uso
11 playbooks calibrados por tipo de conduta
Cada playbook combina sinais linguísticos específicos com o marco normativo aplicável em cada jurisdição. Escolha uma conduta para ver como o vario a previne.
Livre concorrência
Coordenação de preços
Prevenção de acordos explícitos ou tácitos entre concorrentes para fixar, aumentar ou estabilizar preços. É a conduta anticompetitiva mais perseguida pelo CADE, FNE, COFECE e CNDC.
Manipulação de licitações
Acordos entre licitantes para predeterminar o vencedor de uma licitação ou concurso público. Afeta especialmente empresas que participam de compras governamentais.
Troca de informações estratégicas
Compartilhamento de informações competitivamente sensíveis (preços futuros, capacidade, estratégia comercial) entre concorrentes, mesmo sem acordo explícito.
Boicote coletivo
Acordo entre concorrentes para se recusar a negociar com determinados fornecedores, clientes ou entrantes. Pode bloquear a concorrência e o acesso ao mercado.
Anticorrupção
Suborno e pagamentos impróprios
Identificação antecipada de comunicações que sugerem pagamentos, favores ou benefícios para influenciar decisões de terceiros, funcionários públicos ou funcionários de clientes.
Conflito de interesses
Identificação de situações onde um funcionário poderia se beneficiar pessoalmente de decisões comerciais da empresa — compras, contratações, alianças.
Fraude interna
Identificação antecipada de comunicações que indicam apropriação indevida de ativos, manipulação de registros contábeis ou engano sistemático dentro da organização.
Integridade de mercado
Abuso de mercado
Condutas que manipulam artificialmente preços ou volumes de valores mobiliários — wash trading, spoofing, layering — ou criam aparências falsas de liquidez.
Uso de informação privilegiada
Identificação antecipada de comunicações que sugerem operações bursáteis baseadas em informação material não pública — insider trading — ou o vazamento dessa informação.
Integridade laboral
Assédio moral e sexual
Identificação antecipada de padrões de assédio, humilhação sistemática, assédio sexual (incluindo quid pro quo) e violência de terceiros nas comunicações corporativas. O sinal é o padrão —frequência, direcionalidade e linguagem de poder ou ameaça—, não uma palavra isolada. Todo alerta passa por revisão humana obrigatória.
Retaliação a denunciantes
Identificação antecipada de ações adversas contra quem denuncia — exclusão e isolamento, pressão para retirar a queixa, uso da gestão de desempenho como pretexto e coordenação entre supervisores para justificar uma medida. Cruza a proximidade temporal entre a denúncia e a medida adversa. Revisão humana obrigatória.
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